82,6% dos eleitores desaprovam Temer, diz pesquisa CNT/MDA

O governo do presidente Michel Temer (MDB) é avaliado como ruim ou péssimo por 71,2% da população brasileira, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (14) pela CNT/MDA. Já a avaliação positiva (bom ou ótimo) é de 4,3%.

Para 21,8% dos entrevistados, a gestão do emedebista é regular, e 2,7% não sabiam ou não responderam.

O resultado não traz mudanças significativas em relação à última pesquisa, realizada em março.

Desde que Temer assumiu a Presidência, em maio de 2016, por conta do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), esta foi a sexta pesquisa realizada pela CNT/MDA sobre a avaliação do seu governo.

Na primeira, em junho daquele ano, a avaliação negativa era de 28,0%. Na quarta, divulgada em setembro do ano passado, o índice foi de 75,6%, o mais alto da série história dos levantamentos, iniciada em 1998.

Avaliação pessoal de Temer
A aprovação pessoal de Temer também não teve alterações fora da margem de erro. Na atual pesquisa, ele é desaprovado por 82,6% dos entrevistados. O índice de março foi de 83,6%.

Já 9,7% disseram aprovar o presidente, contra 10,3% do último levantamento.

A percentagem de que não sabia ou não respondeu era de 6,1% em março e ficou em 7,8%, na pesquisa desta segunda-feira.

No levantamento, Temer foi testado em apenas um dos quatro cenários apresentados para o primeiro turno, e obteve 0,9% das intenções de votos. O índice foi exatamente o mesmo da pesquisa de março.

O presidente já disse, também em março, que seria uma covardia não ser candidato, mas tem sinalizado nas últimas semanas que pode abrir mão em favor de outra candidatura de centro.

Contratada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e realizada pela MDA, a pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 9 e 12 de maio, em 137 cidades.

A margem de erro máxima é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança do levantamento é de 95%.

A pesquisa foi registrada no último dia 8, com o número BR-09430/2018, segundo os dados disponibilizados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Fonte: UOL

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