A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da comercialização de todos os lotes do azeite de oliva extravirgem da marca San Oliveto e de diversos produtos da fabricante Fatti a Mano. As medidas foram publicadas na terça-feira (21), no Diário Oficial da União (DOU), e já estão em vigor em todo o país.
Além da venda, a agência também proibiu a fabricação, distribuição, importação, propaganda e utilização dos produtos atingidos pelas determinações.
Azeite teve origem considerada desconhecida
De acordo com a Anvisa, o azeite extravirgem da marca San Oliveto apresentou irregularidades relacionadas à sua origem.
O órgão informou que o rótulo identifica a empresa Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda. como responsável pela importação e distribuição do produto no Brasil. No entanto, a empresa está com o CNPJ inapto desde junho de 2026, o que motivou a adoção da medida sanitária.
Com isso, todos os lotes do azeite deverão ser retirados de circulação, ficando proibidas sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e utilização.
🍬 Produção de doces também foi interditada
Em outra decisão publicada no mesmo dia, a Anvisa determinou a proibição da fabricação, comercialização e distribuição de todos os produtos da marca Fatti a Mano.
Segundo a agência, a empresa apresentava irregularidades sanitárias, uma vez que seus produtos não estavam devidamente regularizados junto ao órgão e eram produzidos em um estabelecimento sem licença de funcionamento.
Diante das irregularidades, a Anvisa determinou a retirada dos produtos do mercado para proteger a saúde dos consumidores.
📋 Produtos atingidos pela decisão
A medida inclui os seguintes produtos da marca Fatti a Mano:
- cocada branca;
- cocada com maracujá;
- doce de leite;
- doce de leite com coco;
- palha italiana;
- doce de jaca;
- beijinho;
- pé de moleque;
- fatticoco (leite com coco);
- pé de moça;
- brigadeiro.
⚠️ Consumidores devem evitar os produtos
A Anvisa orienta que consumidores não adquiram nem consumam os produtos abrangidos pelas medidas, enquanto comerciantes e distribuidores devem interromper imediatamente a venda e a distribuição dos itens proibidos.
Segundo a agência, ações como apreensão de produtos e suspensão da comercialização têm como objetivo garantir a segurança alimentar da população e assegurar que alimentos comercializados no país atendam aos requisitos sanitários estabelecidos pela legislação brasileira.

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