Mulher é presa suspeita de furto de energia elétrica em Juazeiro do Norte

Uma fiscalização realizada na tarde desta quarta-feira (7) terminou com a prisão de uma mulher de 36 anos suspeita de furto qualificado de energia elétrica em Juazeiro do Norte. A ocorrência aconteceu por volta das 14h, em um imóvel situado no bairro Aeroporto, onde funciona um restaurante e também reside a proprietária.

A irregularidade foi identificada por um supervisor de campo da Enel Distribuição de Energia durante uma inspeção no local. Diante da constatação, a empresa acionou a Polícia Civil, que acompanhou a ocorrência e conduziu a mulher para a Delegacia de Polícia Civil.

⚡ Imóvel já havia tido fornecimento interrompido
Conforme informações repassadas pela Enel, o imóvel já teria sido alvo de uma constatação anterior de ligação clandestina. O fornecimento regular de energia havia sido interrompido no endereço em meados de 2021.

Segundo a empresa, durante a fiscalização desta quarta-feira foi constatado que o prédio estava conectado diretamente à rede de distribuição, permitindo o consumo de energia sem que a eletricidade utilizada passasse pelo equipamento de medição.

A proprietária foi apresentada ao delegado Felipe Marinho, responsável pelo procedimento policial.

🏠 Mulher afirma que não sabia da irregularidade
Durante o atendimento policial, a mulher declarou que desconhecia a existência da ligação irregular encontrada no imóvel.

Ela relatou que já havia solicitado uma nova ligação de energia junto à Enel e afirmou também estar arcando com os custos de instalação de um sistema de energia solar.

A proprietária explicou ainda que o restaurante não funciona diariamente, razão pela qual, segundo ela, o consumo de energia no estabelecimento seria reduzido.

⚖️ Justiça determina liberdade provisória
Após a apresentação à autoridade policial, foi estabelecida fiança correspondente a dois salários mínimos. O valor foi pago pela mulher.

O caso foi posteriormente analisado durante audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (8). Na ocasião, o juiz João Pimentel Brito converteu a prisão em flagrante em liberdade provisória, condicionada ao cumprimento de medidas cautelares.

Com a decisão, a mulher poderá responder ao processo em liberdade, desde que cumpra as determinações impostas pela Justiça.

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