O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República, segundo pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (9). Lula registra 50,86% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 49,14%.
A diferença entre os dois candidatos é de 1,72 ponto percentual. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,15 pontos percentuais, o cenário é considerado de empate técnico, apesar da liderança numérica de Lula.
O resultado coloca o presidente à frente em um levantamento realizado poucos dias após a divulgação de outra pesquisa que apresentou cenário diferente para a disputa.
📈 Lula também aparece na frente na intenção de voto
Considerando a intenção de voto total, que inclui votos brancos, nulos e eleitores que ainda não decidiram em quem votar, Lula mantém a liderança numérica.
O presidente aparece com 44,2% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 42,7%. Outros 3,4% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou que não escolheriam nenhum dos dois candidatos.
Já 9,7% não souberam responder ou não quiseram opinar.
O levantamento ouviu 2,1 mil eleitores entre os dias 5 e 7 de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09623/2026.
🗳️ Maioria dos eleitores afirma ter voto definido
A pesquisa também procurou saber o nível de definição dos eleitores para o segundo turno. A maioria, 76,2%, declarou que já tomou sua decisão e não pretende mudar de candidato.
Outros 13,4% disseram que já escolheram em quem votar, mas ainda admitem a possibilidade de alterar a decisão.
Entre os entrevistados, 3,4% afirmaram que continuam avaliando os candidatos, enquanto 3% ainda não decidiram o voto. Outros 4% não souberam responder ou não opinaram.
⚖️ Rejeição mostra disputa equilibrada
Na avaliação sobre rejeição, Lula aparece com 45,2% dos eleitores que afirmam não votar nele de jeito nenhum. Flávio Bolsonaro, por sua vez, registra 44,2%.
A diferença entre os dois também é estreita nesse quesito. Outros 7% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos, enquanto 2,6% afirmaram que poderiam votar em ambos.
Uma parcela de 1% não soube responder ou não opinou.

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