O governo federal apresentou ao Grupo de Apoio Permanente (GAP), que assessora o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), uma proposta para ampliar as faixas de renda do Minha Casa Minha Vida. A medida prevê ajustes nos limites de enquadramento em todas as categorias do programa habitacional.
Segundo a proposta, a renda máxima permitida para acesso a cada faixa passaria por alterações:
- Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200
- Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000
- Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600
- Faixa 4: de R$ 12.000 para R$ 13.000
📊 Mais famílias poderão ser beneficiadas
Na prática, a ampliação dos tetos de renda pode permitir que um número maior de famílias passe a se enquadrar no programa. Além disso, beneficiários poderão migrar para faixas com condições mais vantajosas de juros e prazos no financiamento imobiliário.
A mudança, caso aprovada, deve exigir aporte adicional de recursos do FGTS, principal fonte de financiamento do programa habitacional.
🏛️ Proposta ainda será analisada
O texto precisa ser avaliado pelo Conselho Curador do FGTS, órgão responsável por definir as diretrizes de aplicação dos recursos do fundo. O colegiado é composto por representantes do governo federal, de empregadores e de trabalhadores.
A próxima reunião do Conselho está marcada para o dia 24 de março, quando a proposta poderá entrar na pauta para deliberação.
Se aprovada, a medida poderá ampliar o alcance do programa habitacional e ajustar os limites de renda à realidade econômica atual.
Por Nicolas Uchoa

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