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Ceará antecipa vacinação contra influenza para público prioritário; veja quem pode tomar

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) inicia, a partir desta sexta-feira (20), a estratégia de vacinação contra a influenza para o público prioritário. Neste primeiro momento, são contemplados 20 grupos definidos pelo Ministério da Saúde, entre eles, crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, idosos com 60 anos ou mais, entre outros públicos mais vulneráveis.

A estratégia foi anunciada pelo governador Elmano de Freitas, nesta quarta-feira (18). “Com a chegada dos imunizantes, o Ceará inicia a vacinação dos grupos prioritários antes do Dia D da campanha nacional, que acontecerá no dia 28 de março. A nossa meta é vacinar mais de 3,4 milhões de cearenses, protegendo especialmente os grupos prioritários, garantindo mais saúde, prevenção e cuidado a todas as pessoas”, destacou.

A vacinação será realizada nas unidades de saúde dos municípios e nos Vapt Vupt, equipamentos da Secretaria da Proteção Social do Ceará (SPS). 

A coordenadora de Imunização da Sesa, Ana Karine Borges, explica que a vacinação é uma das principais estratégias para prevenir casos graves da doença.

“Ao prevenir formas mais graves da doença, é possível também reduzir hospitalizações e óbitos, principalmente entre os grupos mais vulneráveis. Por isso, é fundamental que as pessoas que fazem parte do público prioritário procurem as unidades de saúde e garantam a imunização”, destaca a gestora.

O primeiro estado do país a receber a vacina e a iniciar a campanha, o Ceará conta com um lote inicial de 760 mil doses, enviado pelo Ministério da Saúde. A quantidade corresponde a cerca de 21% da meta de vacinação. Nas próximas semanas, mais remessas chegarão.

A vacina utilizada na rede pública protege contra as cepas do vírus da influenza com maior circulação prevista para este período. O imunizante é seguro, gratuito e pode ser administrado juntamente com outras vacinas do calendário nacional.

Alguns grupos prioritários devem apresentar documentação que comprove a elegibilidade, como laudos médicos para pessoas com comorbidades e comprovantes de vínculo profissional para trabalhadores da saúde e professores.



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