A Meta, empresa que controla o Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou que iniciará nos próximos meses testes para a introdução de planos de assinatura premium nas suas três principais plataformas.
A iniciativa, segundo a companhia americana, tem como objetivo diversificar as fontes de receita para além da publicidade digital. Os assinantes deverão ter acesso a recursos extras, principalmente ligados à inteligência artificial.
🧠 Integração com agentes de IA
Conforme revelado ao TechCrunch, os planos pagos vão liberar o acesso ao conjunto de agentes da Manus dentro do Instagram e do Facebook, ampliando as funcionalidades baseadas em inteligência artificial.
A Manus é uma empresa de IA chinesa que foi adquirida pela Meta por US$ 2 bilhões e que atualmente opera em Singapura.
Além disso, os usuários poderão receber versões mais avançadas do Vibes, uma ferramenta de vídeos curtos baseada em inteligência artificial. O aplicativo já existe de forma gratuita, mas os recursos adicionais só serão liberados mediante pagamento.
📌 Foco em produtividade e criatividade
Um ponto importante é que o novo plano pago não vai substituir o “Meta Verified”. A nova assinatura terá foco exclusivo em produtividade, criatividade e funcionalidades avançadas.
Mesmo antes do anúncio oficial, o conhecido desenvolvedor Alessandro Paluzzi já havia encontrado no código do Instagram recursos que podem fazer parte da assinatura premium, como:
- Criação de listas limitadas de audiência;
- Ver seguidores que não te seguem de volta;
- Visualização de Stories em modo oculto.
💬 Benefícios também no WhatsApp
No WhatsApp, os assinantes poderão usar o aplicativo sem publicidade entre os Status e nos Canais, um recurso que deve atrair usuários que buscam uma experiência mais limpa e sem anúncios.
🌍 Testes e chegada ao Brasil
A Meta informou que irá testar diferentes pacotes e modelos de preços em mercados selecionados, usando o feedback dos utilizadores para moldar a versão final do serviço.
No entanto, a empresa ainda não divulgou quando os testes começarão nem quando a novidade chegará ao Brasil.
Por Fernando Átila

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