A Floresta Nacional do Araripe completa 80 anos de criação com uma programação especial voltada à preservação ambiental, educação ecológica e incentivo ao ecoturismo. As atividades acontecem entre os dias 25 de abril e 3 de maio, reunindo instituições parceiras, pesquisadores e a comunidade local.
Organizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a iniciativa busca fortalecer a relação entre sociedade e meio ambiente, promovendo ações educativas e sustentáveis ao longo de toda a semana comemorativa.
🌱 Abertura com ações ambientais e mobilização comunitária
A programação tem início no dia 25 de abril com um mutirão de limpeza nos setores Belmonte e Farias, reforçando o compromisso com a conservação da área. Também está prevista uma exposição ambiental em parceria com instituições como Aquasis e o Batalhão de Polícia de Meio Ambiente do Ceará, além da organização Biodiverse.
No mesmo dia, haverá uma blitz educativa em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente do Crato, além de um passeio ciclístico com percurso entre o Belmonte e a sede do ICMBio, incentivando a participação da população e a conscientização ambiental.
🌎 Patrimônio ambiental do Nordeste
Localizada na Chapada do Araripe, a Flona Araripe é considerada um dos principais patrimônios ambientais do Nordeste. Criada em 2 de maio de 1946, foi a primeira floresta nacional do Brasil.
A unidade se destaca por sua biodiversidade única, reunindo características de três importantes biomas brasileiros:
🌿 Mata Atlântica
🌵 Caatinga
🌳 Cerrado
Com uma área de quase 40 mil hectares, o espaço abriga uma grande variedade de espécies e ecossistemas.
🦴 Riqueza histórica, científica e turística
Além da diversidade natural, a região possui sítios arqueológicos com pinturas rupestres e jazidas fossilíferas de relevância internacional, atraindo pesquisadores e estudiosos de diversas áreas.
Com trilhas sinalizadas e fontes de água cristalina, a Flona também se consolidou como um dos principais destinos de ecoturismo do Cariri, recebendo visitantes interessados em natureza, ciência e cultura.
Por Marcelo Lemme

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