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Programa de governo do PT revoluciona e prevê reforma do Judiciário e sistema bancário

O comando do PT aprovou nesta sexta-feira (20) os cinco pontos básicos do programa de governo do partido.

Apresentado pelo ex-prefeito Fernando Haddad, o documento propõe a reformar o sistema de Justiça “para a garantia de direitos”, além da democratização dos meios de comunicação em massa.

O programa prevê também uma “reforma bancária para aumentar o crédito barato às famílias e empresas”, bem como a “reafirmação do legado dos governos do PT e revogação das medidas do governo golpista (legislações e privatizações)”.

A federalização do combate ao tráfico de drogas também está entre as propostas, que foram submetidas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para a presidente nacional do PT, a senadora paranaense Gleisi Hoffmann, esse programa é um dos mais avançados desde 1989.

Embora o termo expresso no documento seja democratização da mídia, Gleisi afirma que a proposta é de regulação econômica.

“É uma proposta superliberal. Todos os países desenvolvidos regulam os seus meios de comunicação. Não é novidade nenhuma. É uma regulação econômica, mas uma proposta bem importante e necessária para o país”, afirmou.

Segundo a senadora, proposta de reforma no sistema bancário “tem muito a ver com barateamento de crédito, democratização e desconcentração”.

Gleisi negou que essa seja uma guinada à esquerda, mas a continuidade dos governos petistas.

Questionada sobre ausência de temas caros ao mercado nas diretrizes do programa de governo, Gleisi afirmou que o modelo de administração petista já foi testado. E agrega responsabilidade fiscal com social.

Distribuição de recursos
Também nesta sexta, o comando do PT definiu, após quatro meses de debate interno, critérios para distribuição dos recursos do fundo partidário para os candidatos.

Os candidatos que concorrem à reeleição serão privilegiados, seguidos por dirigentes partidários e ex-ocupantes de cargos no Executivo.

Para senador e governador, a distribuição de verbas para a campanha dependerá do número de eleitores em cada Estado.

Fonte: Folha.com

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