P3 Midia

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7 sinais de que sua autoconfiança é forjada

Agir de maneira confiante mesmo quando essa confiança não é genuína pode até trazer benefícios em curto prazo, seja fazendo aquela massagem no ego ou, quem sabe, impondo respeito. O problema é que, em longo prazo, esse tipo de atitude pode ser bem prejudicial. Um estudo recente revelou que homens durões demais tendem a ir ao médico com pouca frequência e não dão importância aos sinais físicos de que a saúde não vai bem.

No final das contas, a verdade é que negar sintomas e deixar de ir ao médico podem ser atitudes responsáveis pela menor expectativa de vida dos homens em relação à das mulheres – vale lembrar que elas também agem como se fossem superseguras de si, de vez em quando, e isso não é bom. A seguir, descubra quais são as formas mais comuns de fingir autoconfiança:

1 – Mascarar inseguranças
Dizer que sempre é o melhor em tudo, superinteligente e não costuma falhar é uma atitude que, na maioria das vezes, tem a ver com insegurança. O ideal é não gastar energia tentando passar uma imagem de alguém que é o melhor em tudo e, em vez disso, trabalhar as próprias inseguranças e tentar ser uma pessoa melhor.

2 – Pensar que falhar está fora de questão
Dizer que “falhar está fora de cogitação” não evita que algo dê errado, mas faz com que a pessoa desista de tentar realizar determinada tarefa, o que é uma bela forma de sabotar a si mesmo. É preciso aprender a ver erros e fracassos como aprendizagem, mudar de estratégia e tentar ter sucesso de novo.

3 – Dar valor a si mesmo com base naquilo que os outros pensam
Quem age de maneira dura demais tende a se preocupar muito com a aparência e a opinião alheia. Pessoas realmente fortes mentalmente não se preocupam em provar nada para ninguém além delas mesmas, o que significa que pedem ajuda, mostram suas fraquezas e não se comparam com ninguém. São indivíduos que se preocupam apenas em crescer.

4 – Esconder emoções
Expressar apenas raiva e esconder sentimentos como tristeza, medo e empolgação é um péssimo negócio. Para quem faz isso, o conselho é, aos poucos, admitir os próprios sentimentos e não ter medo, por exemplo, de derrubar algumas lágrimas de vez em quando. Em vez de ignorar emoções, canalize energias para monitorar emoções e perceber como elas afetam seus pensamentos e suas atitudes.

5 – Negar a própria dor
Não há por que se vangloriar de ser capaz de suportar muita dor – ainda mais se esse não for o caso. Esse tipo de comportamento indica que a pessoa trata o próprio corpo como uma máquina ou que é incapaz de admitir quando as coisas não vão bem, buscando sempre enxergar o esforço que faz para esconder a dor como uma grande honra. Fundamental aqui é aprender a não fazer esse tipo de sacrifício para impressionar as outras pessoas.

6 – Sensação de poder
Agir como se você pudesse fazer tudo e dizer sentenças como “nada vai me parar” é típico de quem subestima o trabalho necessário para se alcançar determinado objetivo e tem uma visão aumentada a respeito das próprias capacidades. O ideal é se manter preparado para possíveis mudanças e ter noção das próprias capacidades e dos possíveis obstáculos que podem surgir no caminho.

7 – Buscar controlar outras pessoas
Quem age de maneira durona demais tende a achar que tem poder sobre outras pessoas e acaba querendo tê-las sob controle. O ideal é tentar ter autocontrole, filtrando os próprios pensamentos e compreendendo as próprias emoções. Buscar controlar outras pessoas é totalmente inútil, especialmente em termos de inteligência emocional.

Fonte: Mega Curioso

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