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Entenda o que muda na nova vacina da gripe 2017

A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou a nova composição da vacina da gripe para o próximo ano. A modificação acontece pela primeira vez desde 2010, por causa de uma mutação do vírus, fazendo com que a composição ganhe uma nova cepa do vírus Influenza A/H1N1.

As mudanças na vacina são determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que analisa amostras de pacientes coletadas no hemisfério norte e no hemisfério sul. Assim, é determinada a composição da vacina para cada ano e a informação é repassada para os laboratórios dos países. A Anvisa divulgou no Diário Oficial da União as composições das vacinas:

Vacinas Influenza trivalentes
Três tipos de cepas de vírus em combinação, dentro das seguintes especificações:
  • Vírus similar ao vírus influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09
  • Vírus similar ao vírus influenza A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2)
  • Vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008
  • Vacinas Influenza quadrivalentes
As vacinas quadrivalentes contendo dois tipos de cepas do vírus influenza B deverão conter:
  • Vírus similar ao vírus influenza B/Phuket/3073/2013
  • Vírus similar ao vírus influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09
  • Vírus similar ao vírus influenza A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2)
  • Vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008
O Ministério da Saúde alerta que os grupos mais vulneráveis devem se vacinar todos os anos. Pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, mulheres com até 45 dias pós-parto, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, doentes crônicos, trabalhadores da saúde e populações indígenas devem ir até um posto de vacinação para se protegerem contra a gripe.

Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe, especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações, devem procurar, imediatamente, o serviço médico.

Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Fonte: Minha Vida

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