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Nova secretária do governo Temer responde a processo e fez campanha contra o aborto

Recém-empossada como secretária de Políticas para as Mulheres, a ex-deputada Fátima Pelaes luta desde 2010 contra qualquer iniciativa que vise a legalização do aborto no Brasil - uma bandeira do feminismo. De acordo com números do IBGE, entre 7,5 milhões e 9,3 milhões de mulheres também interromperam a gestação no Brasil entre 2004 e 2013.

A nova secretária, a exemplo de outros integrantes do governo, também respondeu a processo no Supremo Tribunal Federal - despachado ano passado para a Justiça Federal do Amapá pelo ministro Gilmar Mendes. O inquérito 3577 do STF e que está agora no Amapá é relacionado à Operação Voucher da Polícia Federal, em 2011. Um dos presos nesta operação, que descobriu o desvio de R$ 4 milhões do Ministério do Turismo para uma ONG, deu depoimento acusando a então deputada de ter recebido parte do dinheiro por meio de uma emenda.

Nesta mesma operação, foi preso o então secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, ex-deputado federal, e Mario Moysés, ex-presidente da Embratur.

Na época, Fátima negou tudo. Não houve nenhum pedido de cassação, mas o Ministério Público Federal enviou o processo para o STF tendo em vista o foro privilegiado da deputada. Em março do ano passado, com o fim do mandato de deputada, o inquérito foi devolvido.

No vídeo publicado no Youtube, Fátima, durante uma discussão na Câmara, ressalta que tem trabalhado contra o aborto. “Estamos sempre atentos procurando fazer com que a palavra de Deus venha sempre em primeiro lugar. Contra o aborto, a favor da família”. Ela acrescenta ainda que nasceu dentro de uma penitenciária, de uma mulher que estava pagando por um crime passional. “Esta mulher que está aqui não sabe quem é seu pai”, ela desabafa.

Fonte: Extra

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